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Novo livro de Sandro William Junqueira, «Um Piano Para Cavalos Altos», já chegou às livrarias, editado pela Caminho.
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Um Piano para Cavalos Altos
de Sandro William Junqueira
P.V.P.: 13,90 €
ISBN: 978-972-21-2466-9
Nº de Páginas: 368
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Sinopse:
Uma cidadela cercada pela natureza onde os lobos são ameaça. Um muro que serve de barreira. Uma sociedade exemplarmente organizada, anos após um grande desastre. Um governo que sabe que o medo é motor e que legisla música. Uma fábrica que produz empadas e apronta cremações. Um microcosmo familiar onde um filho é amarrado a um piano. Um homem dotado da capacidade de sonhar com aquilo que ainda não aconteceu, mas que é certo ir acontecer. Uma rebelião que se levanta. Um cavalo que não perde elegância. Um corvo que gralhará na hora da sorte.
Um Piano para Cavalos Altos pretende ser uma metáfora de um mundo regido pela ordem, pela disciplina. Uma premente reflexão sobre o poder: o poder do controlo, o poder da comunicação, o poder do corpo.
Sandro William Junqueira nasceu em 1974 em Umtali, na Rodésia.
Retornou em 1976.
Experimentou a música, escultura, pintura. Foi designer gráfico.
Diz poesia.
Trabalha regularmente no teatro como actor e encenador.
Lecciona Expressão Dramática.
Publicou, O Caderno do Algoz (Caminho, 2009), e foi um dos onze escritores da novela policial O Caso do Cadáver Esquisito (Associação Cultural Prado, 2011).
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Acaba de chegar às livrarias o livro "Largada das Naus – História de Portugal – Volume III”, do Prof. António Borges Coelho, editado pela Caminho.
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Largada das Naus
de António Borges Coelho
P.V.P.: 18,90 €
ISBN: 978-972-21-2464-5
Nº de Páginas: 312
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O mar deixa de ser o limite.
Milhares de navegantes portugueses sulcam o Atlântico nas armadas e nos navios de comércio. Descobrem e cartografam; usam os ventos e as correntes marítimas; aprendem a situar pelas estrelas o lugar e a rota dos navios; registam o valor das mercadorias; usam intérpretes africanos; caçam e resgatam escravos. Levam a cruz pintada nas velas, mas podem cair sobre a presa como o albatroz.
Trocam gestos, cerimónias, roupas, vocábulos. Experimentam as armas e os corpos. O barco é o veículo, a casa, a fortaleza, o templo, a oficina, o armazém, o porta escravos, o porta navios, o caixão…
António Borges Coelho
António Borges Coelho nasceu em Murça, Trás-os-Montes, em 1928.
- O seu percurso de vida é caracterizado por uma intensa actividade política e académica. É hoje um dos historiadores portugueses mais prestigiados. Foi Professor Catedrático da Faculdade de Letras de Lisboa, onde participou em numerosos júris de provas de mestrado, de doutoramento e de agregação e orientou inúmeras teses de mestrado e de doutoramento.
- Autor de uma vasta e riquíssima bibliografia (em que se inclui também a poesia, o teatro e a ficção). Deu a sua Última Lição em 11 de Dezembro de 1998, mas continua a dedicar-se com o mesmo entusiasmo à investigação e à divulgação daquilo que não é possível dissociar do seu nome: a História.
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Os Profetas, de Alice Vieira é o primeiro romance não juvenil da autora e já chegou às livrarias.
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Os Profetas
de Alice Vieira P.V.P.: 15,00 €
ISBN: 9789722124447 Nº de Páginas: 172 |
Sinopse:
No ano de 1533, sendo rei D. João III, vivia na ilha de Porto Santo um homem chamado Fernão Nunes, por todos chamado Fernão Bravo. Na mesma ilha vivia uma sobrinha sua, moça de dezasseis ou dezassete anos, chamada Filipa Nunes, que estava havia alguns anos na cama, paralítica. Dizendo-se inspirados pelo Espírito Santo, tio e sobrinha declararam-se profetas. A sua pregação convenceu pobres e ricos, que renunciavam às suas vestes preciosas e partilhavam os alimentos, e até eclesiásticos, que na missa invocavam «São Pedro e São Paulo e o beato profeta Fernando». A heresia não podia ser tolerada. Após dezoito dias de «abusões» dos falsos profetas, os hereges foram presos e levados para a vila de Machico, sendo depois enviados para Évora. Fernão e Filipa foram aí expostos à porta da Sé, ela vestida e ele nu da cintura para cima, com um letreiro dizendo «Profeta de Porto Santo».
Este é um facto histórico, que conhecemos pela pena de Gaspar Frutuoso e ainda hoje é bem recordado em Porto Santo. Com base neste facto histórico, Alice Vieira recria de forma vívida os antecedentes e os dias exaltantes da pregação, os tormentos e mortes infligidos pelas autoridades, e ainda a vida na Lisboa quinhentista, cidade cosmopolita e bela mas sobre a qual se adensam as nuvens da Inquisição e do desastre nacional. Fiel à História mas não ocultando simpatias, com a voz desassombrada e a mestria da escrita que unanimemente se lhe reconhecem, Alice Vieira oferece-nos em Os Profetas um romance histórico forte que não deixará de empolgar - e comover - os leitores.
Outras Sessões com Alice Vieira:
- Dia 28 de Outubro (sexta-feira) na Leya na Pretexto/Viseu, 18h30.
- Dia 03 de Novembro (quinta-feira) na Leya /Funchal, 18h
- Dia 11 de Novembro (sexta-feira) na Leya na Caminho/Santarém, 18h30.
- Dia 16 de Dezembro (sexta-feira) na Leya na Barata/Lisboa, 18h30.
Sobre a Autora:
Alice Vieira nasceu em 1943 em Lisboa. É licenciada em Germânicas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
- Em 1958 iniciou a sua colaboração no suplemento «Juvenil» do Diário de Lisboa e a partir de 1969 dedicou-se ao jornalismo profissional. Desde 1979 tem vindo a publicar regularmente livros, tendo, editados na Caminho, mais de cinco dezenas de títulos.
- Recebeu em 1979 o Prémio de Literatura Infantil Ano Internacional da Criança com Rosa, Minha Irmã Rosa; em 1983, com Este Rei que Eu Escolhi, o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil; e em 1994 o Grande Prémio Gulbenkian, pelo conjunto da sua obra. Foi indicada, por duas vezes, como candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen. Foi igualmente apresentada por duas vezes como candidata ao ALMA (Astrid Lindgren MemorialAward).
- Além de escrever regularmente para a imprensa, é também autora de dois livros de poesia, de várias coletâneas de crónicas e de livros de ficção escritos em colaboração.
- Para saber mais sobre a autora visite o site: http://alicevieira.net/
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CLARABOIA, de José Saramago, já disponível em ebook, chegará às livrarias a 17 de Outubro pela mão da Editorial Caminho.
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ClaraboiaA ação do romance localiza-se em Lisboa em meados do século XX. Num prédio existente numa zona popular não identificada de Lisboa vivem seis famílias: um sapateiro com a respetiva mulher e um caixeiro-viajante casado com uma galega e o respetivo filho - nos dois apartamentos do rés do chão; um empregado da tipografia de um jornal e a respetiva mulher e uma "mulher por conta" no 1º andar; uma família de quatro mulheres (duas irmãs e as duas filhas de uma delas) e, em frente, no 2º andar, um empregado de escritório a mulher e a respetiva filha no início da idade adulta.
O romance começa com uma conversa matinal entre o sapateiro do rés do chão, Silvestre, e a mulher, Mariana, sobre se lhes seria conveniente e útil alugar um quarto que têm livre para daí obter algum rendimento. A conversa decorre, o dia vai nascendo, a vida no prédio recomeça e o romance avança revelando ao leitor as vidas daquelas seis famílias da pequena burguesia lisboeta: os seus dramas pessoais e familiares, a estreiteza das suas vidas, as suas frustrações e pequenas misérias, materiais e morais.
O quarto do sapateiro acaba alugado a Abel Nogueira, personagem para o qual Saramago transpõe o seu debate - debate que 30 anos depois viria a ser o tema central do romance O Ano da Morte de Ricardo Reis - com Fernando Pessoa: Podemos manter-nos alheios ao mundo que nos rodeia? Não teremos o dever de intervir no mundo porque somos dele parte integrante?
de José Saramago
P.V.P.: 18,50 € ISBN: 9789722124416
Coleção: Obras de José Saramago Nº de Páginas: 400 |
No começo, já longínquo, dos anos 50 do século XX Saramago escreveu aquele que era o seu segundo romance.
Chamou-lhe CLARABOIA, e um amigo se encarregou de o enviar para um editor. Como resposta obteve o silêncio. Magoado, decidiu que deixaria de ser escritor e durante vinte anos não quis publicar nada mais. No entanto, passou o tempo, confrontou-se com a vida e com a literatura, trabalhou, escreveu e 50 anos depois conquistou o Prémio Nobel.
O que há em CLARABOIA como ponto de partida daquela que viria a ser uma obra literária de primeira grandeza? Ali está muito do Saramago que conhecemos. Sobretudo o espírito do autor: “Activo, sim, mas lúcido! E lúcido acima de tudo!” afirma uma das personagens. E outra assinala“ – É preciso regras, é preciso leis! – E quem é que as faz? E quando? E com que fim?”Está também Fernando Pessoa, com citações directas – “Queriam-me casado, fútil e tributável? “, “O sentido oculto da vida é não ter a vida sentido oculto nenhum”.
CLARABOIA é Saramago, o autor na plenitude da sua grandeza que mais tarde encontramos em O ano da morte de Ricardo Reis, Todos os nomes, Memorial do Convento ou Caim.
Uma personagem de CLARABOIA afirma: “Ninguém, pode compreender outrem. E ninguém pode ser, ao mesmo tempo, outrem de si mesmo”. Não estará aqui a chave de O Homem Duplicado? Sobre a forma de um romance de recorte clássico, com uma arquitectura rigorosa, um amplo leque de personagens, um retrato sugestivo da vida das classes populares lisboetas de meados do século XX, CLARABOIA proporciona o prazer da descoberta: o nascimento de um escritor imprescindível na literatura universal.
Sobre o Autor:
Filho e neto de camponeses sem terra, José Saramago nasceu na aldeia de Azinhaga, província do Ribatejo, no dia 16 de Novembro de 1922, se bem que o registo oficial mencione, como data do nascimento, o dia 18. Seus pais emigraram para Lisboa quando ele não perfizera ainda dois anos de idade.
Fez estudos secundários (liceal e técnico) que, por dificuldades económicas, não pôde prosseguir. No seu primeiro emprego foi serralheiro mecânico, tendo exercido depois diversas outras profissões: desenhador, funcionário da saúde e da previdência social, tradutor, editor, jornalista.
Publicou o seu primeiro livro, um romance (Terra do Pecado), em 1947, tendo estado depois largo tempo sem publicar, até 1966. Trabalhou durante doze anos numa editora, onde exerceu funções de direcção literária e de produção. Colaborou como crítico literário na revista Seara Nova. Em 1972 e 1973 fez parte da redacção do jornal Diário de Lisboa, onde foi comentador político, tendo também coordenado, durante cerca de um ano, o suplemento cultural daquele vespertino. Pertenceu à primeira direcção da Associação Portuguesa de Escritores e foi, desde 1985 a 1994, presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Autores. Entre Abril e Novembro de 1975 foi director-adjunto do jornal Diário de Notícias. A partir de 1976 passou a viver exclusivamente do seu trabalho literário, primeiro como tradutor, depois como autor.
A sua obra literária é vastíssima e encontra-se traduzida e publicada em diversas línguas.
Casou com Pilar del Río em 1988 e em Fevereiro de 1993 passou a dividir o seu tempo entre a sua residência habitual em Lisboa e a ilha de Lazarote, no arquipélago de Canárias (Espanha).
Em 1998 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel de Literatura, entre muitos outros prémios.
José Saramago morreu a 18 de Junho de 2010.
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No mês em que passa um ano sobre a morte de
José Saramago a Editorial Caminho presta homenagem ao Prémio Nobel com a edição de dois novos títulos –
Palavras Para José Saramago e
O Silêncio da Água – e com a reedição de
Viagem a Portugal, com prefácio de Claudio Magris.
Os livros serão apresentados, no próximo
dia 17 (sexta-Feira), pelas
12 horas, numa conferência de imprensa que se irá realizar no
Salão Nobre da Câmara Municipal de Lisboa.
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*Foi adiada a apresentação na Madeira do livro «Jardim, a grande fraude» devido questões relacionadas com o Hotel CS Madeira Atlantic. Brevemente, será então agendada uma nova data.
O lançamento agendado para
Lisboa, no dia 13, às 18.30h, na Casa da Imprensa, mantém-se.
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Criado em 2010, os prémios SPA/RTP é uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Autores e da RTP e visa reconhecer a obra autoral, nas suas várias áreas.
Os três autores de literatura que foram ontem distinguidos na Gala do Prémio de Autor que se realizou no Centro Cultural de Belém e que foi transmitida em directo pela RTP1 foram:
§Uma Viagem à Índia, de Gonçalo M. Tavares, considerado o melhor livro de ficção narrativa
§Depois de Dezembro, de António Carlos Cortez, distinguido na categoria de melhor livro de poesia
§A Contradição Humana, com texto e ilustrações de Afonso Cruz, o melhor na categoria de literatura infantil-juvenil.
Sobre os Autores:
Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970.
Em Portugal recebeu vários prémios, entre os quais, o Prémio José Saramago 2005 e o Prémio Ler/Millennium BCP 2004, com o romance Jerusalém (Caminho); o Grande prémio de Conto Associação Portuguesa de Escritores «Camilo Castelo Branco» 2007 com água, cão, cavalo, cabeça (Caminho). Jerusalém foi ainda o romance mais escolhido pelos críticos do jornal Público para «Livro da Década».
Prémios Internacionais: Prémio Portugal Telecom 2007 (Brasil). Prémio Internazionale Triste 2008 (Itália). Prémio Belgrado Poesia 2009 (Sérvia). Nomeado, em França, para o Prix Cévennes 2009 – Prémio para o melhor romance europeu (França), com Jerusalém; e para os Prémios Femina Étranger 2010 e Médicis 2010, com Aprender a Rezar na Era da Técnica.
Os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, dança, peças radiofónicas, curtas-metragens e objectos de artes plásticas, dança, vídeo de arte, ópera, performances, projectos de arquitectura, teses académicas, etc. Estão em curso cerca de 160 traduções dos seus livros, em edições distribuídaspor trinta e cinco países.
António Carlos Cortez (n.1976) é licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (2000); pós-graduação em Didáctica do Português e da Literatura.
Professor-coordenador a nível nacional da acção do Plano Nacional de Leitura - Os Melhores Leitores do Mundo - sob o comissariado de Teresa Calçada e Fernando Pinto do Amaral.
Poeta e crítico literário. Colaborador permanente do Jornal de Letras e de revistas da especialidade – Colóquio-Letras (Fundação Calouste Gulbenkian) e Relâmpago (Fundação Luís Miguel Nava). Publicou cinco livros de poesia (Ritos de Passagem, Univesitária Editora, 1999, com prefácio de António Manuel Couto Viana; Um Barco no Rio, Hugin editores, 2002, com prefácio de Lídia Jorge; A Sombra no Limite, Gótica, 2004, prefácio de António Osório; À Flor da Pele, Casa do Sul editores, 2008 e já em 2010, Depois de Dezembro, Editora Licorne). Em 2005 publicou Nos Passos da Poesia – Textos sobre a Pedagogia do Texto Lírico (ed. Apenas).
Conferencista convidado no 1º Encontro Internacional dos Escritores de Língua Portuguesa em Natal/ Brasil (Abril e Maio de 2010) da UCCLA (União das Cidades Capitais da Língua Portuguesa), tendo proferido comunicação sobre Poesia Portuguesa da última década (2000-2010).
Afonso Cruz nasceu em 1971 na Figueira da Foz.
Além de escritor, é ilustrador, músico, realizador de filmes de animação.
O seu primeiro livro para jovens, Os Livros Que Devoraram o Meu Pai (Caminho), foi galardoado com o prémio Maria Rosa Colaço 2009.
Em 2010 recebeu o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco da Associação Portuguesa de Escritores (APE) pelo seu livro Enciclopédia da Estória Universal (Quetzal).
No livro agora premiado, A Contradição Humana, Afonso Cruz oferece-nos as observações de uma criança atenta ao mundo, às suas contradições e opostos, combinando ironia e argúcia, com um talento narrativo que passa igualmente pela sua ilustração.
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Os livros O Único Final Feliz Para Uma História de Amor é um Acidente, de João Paulo Cuenca, Cidade dos Espelhos, de João Paulo Borges Coelho e O País de Akendenguê, de Conceição Lima estarão nas livrarias no decorrer da próxima semana.
Os três autores estarão em Portugal para participar nas correntes d`escritas que se realizam entre os dias 23 e 26 de Fevereiro, na Póvoa de Varzim e permanecerão depois em Portugal para lançar os seus livros também em Lisboa.
Título:
O único Final Feliz para uma História de Amor é um AcidenteAutor:
João Paulo Cuenca
ISBN:
9789722123990
Preço:
13,90
Género:
Romance
Título:
Cidade dos Espelhos
Autor:
João Paulo Borges Coelho
ISBN:
9789722123983
Preço:
11,90 €
Págs.:
120
Género:
Novela futurista/Literatura
Título: O Pais de Akendenguê
Autor: Conceição Lima
Colecção: Outras margens - Poesia
ISBN: 9789722121330
Preço: 11,90€
Págs.: 120
Género: Poesia
Título:
Sou o Maior Autor:
Lucy Cousins
Colecção:
Livros dos Quatro Ventos
ISBN:
9789722121248
Preço:
12,90
Género:
Infantil
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