Passatempos:

O Dia de Todos os Pecados - Colleen McCullough [Opinião]


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O Dia de Todos os Pecados
Um dia, uma cidade, doze homicídios...
de Colleen McCullough

Edição/reimpressão: Outubro de 2010
Editor: Difel
Páginas: 400
ISBN: 9789722909792
Colecção: Literatura Estrangeira

SinopseO ano é o de 1967. A Guerra Fria avança, imparável, e o mundo encontra-se à beira do holocausto nuclear. Num bonito dia de Primavera, na cidadezinha de Holloman, Connecticut, onde fica a Universidade Chubb e a Cornucopia, gigante dos armamentos, o chefe dos detectives, capitão Carmine Delmonico, tem preocupações mais urgentes do que arranjar um nome para o seu filho recém-nascido: deram-se doze homicídios num só dia e Delmonico é arrastado para uma sinistra teia de segredos e mentiras.
Com o apoio dos detectives sargentos Abe Goldberg e Corey Marshall e da meticulosa Delia Carstairs, o novo membro da equipa, Delmonico envolve-se no que parece ser um mistério insolúvel. Os homicídios são todos diferentes e não parecem ter qualquer relação entre si. Estarão na presença de um ou de muitos assassinos? E como se doze homicídios não chegassem, Carmine não tarda a ver-se a braços com o misterioso Ulisses, um espião que entrega aos russos os segredos das armas da Cornucopia. Os homicídios e a espionagem são casos diferentes ou estão ligados?
Quando Ted Kelly, agente especial do FBI, se junta à investigação, parece que o que está em jogo é muito mais do que alguém imaginara e que o homicídio é apenas uma peça do quebra-cabeças de crimes que provocou o pânico em Holloman. Enquanto a sobrecarregada polícia enfrenta as politiquices próprias de uma cidade pequena, a rivalidade académica e a avidez empresarial, o número de mortes aumenta e Carmine e a sua equipa descobrem que as respostas não são o que parecem... Mas alguma vez o serão?
Mais uma vez demonstrando que é mestre em suspense, a autora de best-sellers Colleen McCullough regressa com uma empolgante sequela de Um Passo À Frente.



Ponto de Vista:  Colleen McCullough, apesar de ser já uma autora com algumas obras publicadas e de um certo relevo, só agora a ‘descobri’, e como não tinha nenhuma opinião formada sobre ela posso dizer que se revelou uma agradável descoberta.

O Dia de Todos os Pecados vem em seguimento de um livro anterior – Um Passo à Frente, e de início tive algum receio de não conseguir encaixar a história por esse facto, é certo que as personagens tiveram algum crescimento devido a um caso que tinham investigado anteriormente e há várias referências ao mesmo neste livro, mas isso não se revelou impeditivo na compreensão desta nova história e investigação.
Estamos perante um policial recheado de homicídios e suspeitos, em que quase nem nos apercebemos que tudo se desenrola à volta da Guerra Fria e de uma possível 3ª Guerra Mundial, onde a espionagem ganha terreno e a morte se torna justificável.

“Só há uma coisa que garante o genuíno poder: a perda da liberdade pessoal.”

Carmine Delmonico vê-se a braços com doze homicídios, alguns bastante violentos, na pacata cidade de Holloman e que pouco têm em comum senão o facto de terem sido todos cometidos no mesmo dia.
A sua equipa entra em acção para tentar desvendar o que levou a estes crimes e quem está por detrás de tudo. Pelo meio outros problemas o assolam, como arranjar um nome para o seu filho recém-nascido ou escolher entre um dos membros da sua equipa para ocupar um cargo de tenente, e tudo piora quando até a sua própria família começa a estar em perigo de vida.
Com o surgimento do FBI, Carmine percebe que não é só os homicídios que preocupam as forças policiais, existe espionagem na Cornucopia, uma empresa de armamentos, em que o seu presidente foi uma das doze vítimas de homicídio, e por sinal com contornos bastante cruéis.
Entretanto, outros crimes vão surgindo e, ao que parece, estes começam a estar relacionados com esta situação, e é preciso começarmos a chegar perto do final da história para conseguir fazer a ligação de tudo e para descobrir quem é o mentor de todas estas atrocidades.

“O poder transforma os seres humanos em animais..”

Quanto às personagens presentes na história, que são bastantes, na sua maioria elas chegam-nos descritas pelos olhos de Carmine que lhes dá sempre um carácter bastante peculiar. Mas a mais cativante é, sem dúvida, Delia Carstairs, sua assistente, cheia de originalidade, boa disposição, dedicada e trabalhadora, e que nos mostra que o valor está acima de tudo nas nossas atitudes.

“O verniz exterior é bom, mas é a leitura extracurricular que realmente nos ensina.”

E apesar de não ser grande apreciadora de questões políticas, e de esta ser uma história baseada nas diferenças ideológicas de cada um, a mesma consegue-se destacar mais pelos contornos dos crimes e a personalidade de cada personagem, em conjunto com vivências familiares e o papel da mulher na sociedade, e isso, juntamente com o facto de a autora possuir uma escrita simples e directa consegue cativar o leitor e despertar o interesse pelo desfecho da história.
E, espero por isso, ter oportunidade de ler mais sobre as investigações de Carmine Delmonico e a sua fiel assistente Delia Carstairs.      

“As mulheres têm uma coragem incrível, todos os dias das suas vidas. Para um polícia como eu, são presas. Há sempre alguém a observá-las, a segui-las, a espiá-las, e ninguém sabe que mulher será o próximo alvo. Mas nem é só isso: as mulheres são corajosas porque têm filhos e tratam do lar… e essa tarefa pode ser muito difícil!”

Em estrelas: -4{

Balanço das Leituras de 2010...


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Bom, quando um ano termina é quase inevitável não fazer uma retrospectiva de tudo aquilo que vivemos, incluindo as experiências vividas entre páginas.

Este ano, pude constatar que a nível de leituras foi o mais produtivo, pois consegui no pouco tempo que tenho disponível ler 18 livros, sei que para muitos companheiros destas viagens este número é insignificante, mas para mim já é uma grande conquista, e infelizmente nem todos nós temos a mesma velocidade de assimilar palavras e nem sempre devemos ver um livro pelo número de páginas ou por mais um a acrescentar à estatística.


"É pobre a leitura a que só se faz para saber como termina um livro."
- Charles C. Colton -

Para mim, um livro é muito mais do que isso, é um companheiro que sempre tem um conselho para me dar, é um objecto que me transmite emoções e que guardo com carinho, que gosto de tocar e observar… e talvez por me perder nestes pequenos pormenores deixo passar as horas que podia ter para o ler, mas não me importo, tenho plena consciência de que não viverei anos suficientes para ler todos os livros que gostaria e, por isso, a contemplação dá-me de certa forma algum consolo.

No meu pensamento, o que define uma boa história é o final e, eu gosto de finais felizes! Se chegamos ao fim, e não há nada que possamos tirar da história então de que vale tanto esforço nosso e dos personagens se não conseguem alcançar aquilo porque ambicionam!? Por isso, quando termino de ler um livro, gosto que ele me deixe algo em que pensar e que me deixe saudade por saber que terminou, e tendo em conta os meus princípios decidi eleger dentro de cada um dos géneros que li em 2010 os livros que mais me marcaram.

§  Romance Histórico
Numa época em que a guerra civil dividia a nação, Anne acreditou que podia bater-se com os melhores guerreiros. Pela espada. Por convicção. Por paixão. A Rosa Rebelde conta-nos a fascinante e turbulenta história de uma notável figura histórica, Lady MacIntosh, que ficou conhecida como coronela Anne. Foi uma heroína das Terras Altas da Escócia, uma encantadora rebelde, uma Braveheart que arriscou tudo, incluindo a sua vida, por amor ao seu país e ao seu rei. Fruto de uma cuidada investigação histórica, e com notável mestria, Janet Paisley criou uma extraordinária história de amor, conflito, lealdade e traição que se lê compulsivamente. Uma sensual aventura histórica, repleta de emoção, protagonizada por uma heroína apaixonada e irresistível.A Rosa Rebelde foi, sem margem para dúvidas, o livro que mais me marcou! Por ser a história (baseada em factos verídicos) de uma mulher que se destacou pela bravura e coragem num mundo de homens, por me fazer sentir uma imensidão de emoções discrepantes e por me despertar o desejo de conhecer a Escócia.

E, apesar das perdas sentidas ao longo da história e das cenas cruéis que envolviam as batalhas, o final compensa por tudo isso.

Adjectivando: Tocante!


§  Romance
O ar estava frio quando a Dra. Miranda Jones chegou a casa depois de uma longa semana de trabalho. Mas o seu sangue gelou quando sentiu encostarem-lhe uma faca ao pescoço. Depois de roubaram tudo o que trazia, os assaltantes desapareceram.
Profundamente abalada, Miranda decide esquecer aquela experiência assustadora. E, para isso, nada como aceitar o convite para ir a Itália confirmar a autenticidade de A Dama Negra, um bronze renascentista representando uma cortesã dos Medici.
Mas, em vez de cimentar a sua posição como a maior perita mundial nesse campo, a viagem a Itália destrói-lhe a reputação. Sentindo-se alvo de uma cilada, Miranda está decidida a limpar o seu nome. Mas ninguém parece disposta a ajudá-la... com a excepção de Ryan Boldari, um sedutor ladrão de arte, cujos objectivos são obscuros.
Agora torna-se evidente que o assalto à porta de sua casa foi muito mais do que isso... e que a Dama Negra possui tantos segredos quanto a cortesã que a inspirou. Com a ajuda de um homem em quem não deve confiar mas por quem sente uma atracção intoxicante, o futuro de Miranda parece repleto de traições, mentiras e perigos mortais.
A Dama Negra levou-me a descobrir Nora Roberts, uma autora já com uma vasta obra literária dentro do género, e que tem a capacidade de despertar os nossos sentimentos. Até mesmo eu que não me considero muito dada a romances fiquei rendida!

Nesta história senti uma grande afinidade com a personagem principal, alguém que sempre colocou a carreira profissional em primeiro plano e, que por inveja e maldade dos outros vê ser destruída, e num acaso da vida enquanto busca pela reposição da verdade encontra o amor. O final era o que também eu desejava.

Adjectivando: Compensador.


§  Policial
Numa charneca do Derbyshire assolada pela chuva, os cães de um grupo de caçadores encontram o cadáver de um homem bem vestido, cujo crânio fora esmagado. Chamados a investigar a descoberta, os detectives Diane Fry e Ben Cooper envolvem-se no submundo da caca e daqueles que a detestam, do roubo de cavalos e de um sector pouco conhecido do comércio de came. A medida que Fry segue um trilho complexo para desvendar os interesses duvidosos da vitima, Cooper apercebe-se de que a explicação do caso pode estar enterrada no passado. Mas quando a ultima pista é revelada, Fry e Cooper vêem-se obrigados a encarar a realidade perturbadora de um passado bem mais recente.O Toque da Morte deu-me a conhecer um autor que desconhecia por completo dentro do género policial - Stephen Booth, e que se revelou (para mim) um nome a ter em conta.

Anteriormente a este livro já foram publicados outros sequenciais que poderão ajudar a entender o percurso das personagens principais, mas mesmo assim a história em si é independente das outras. E, esta não se prende só com o homicídio, existem outros valores que são destacados ao longo da história, como a frieza e ausência de sentimentos para com os animais, a capacidade que um ser humano tem para tirar a vida de alguém e o saber dar de nós em prol dos outros.

Adjectivando: Humano.


§  Ficção/Thriller
Universidade de Princeton. Um geneticista famoso morre num laboratório biológico de alta segurança. Em Roma, um arqueólogo do Vaticano é encontrado morto na Basílica de São Pedro. Em África, o filho de um senador americano é morto num acampamento da Cruz Vermelha. Três assassinatos em três continentes têm uma ligação terrível: todas as vítimas estão marcadas por uma cruz pagã druida, queimada na sua carne.
Os bizarros assassinatos conduzem o comandante Gray Pierce e a Força Sigma numa corrida contra o tempo para resolver um enigma que remonta a muitos séculos atrás, a um crime medonho contra a humanidade escondido num códice críptico medieval. A primeira peça do puzzle é descoberta num cadáver mumificado, enterrado num pântano inglês, um segredo horrível que ameaça a América e o mundo.
Ajudado por duas mulheres de seu passado - uma, a sua ex-amante, a outra, a sua nova parceira - Gray tem de reunir todas as peças de uma terrível verdade. Mas as revelações têm um custo elevado e, para salvar o futuro, Pierce terá que sacrificar uma das mulheres ao seu lado. Isso por si só pode não ser suficiente, à medida que o verdadeiro caminho para a salvação vai sendo revelado numa sombria profecia da maldição.
A Força Sigma enfrenta a maior ameaça que a Humanidade já conheceu, numa aventura que vai desde o Coliseu romano aos picos gelados da Noruega, a partir das ruínas de mosteiros medievais aos túmulos perdidos de reis Celtas. O último dos pesadelos é trancado dentro de um talismã enterrado por um santo morto - um artefacto antigo conhecido como a chave do Juízo Final.
Este género pode englobar vários livros que li e que receberam a minha nota positiva, mas opto por um que também podia constar no género policial mas pelo rumo da história penso que seja mais correcto colocá-lo aqui.

Falo de A Chave Maldita de James Rollins, um autor que já conhecia de nome há algum tempo e que sempre me despertou bastante curiosidade por construir as suas histórias com base em factos reais (particularidade que aprecio bastante), felizmente tive oportunidade de ler o seu último livro e digo que é uma história e tanto! Porque nos faz pensar em assuntos bastante controversos e actuais como um bem essencial à vida – a alimentação. E, depois a juntar a isso temos personagens cheias de personalidade, as mais variadas paisagens e motivações, e muita acção.

Adjectivando: Estrondoso!


§  Não-Ficção/Ensaio
Não costumo ler muitos livros que se inserem neste grupo, apesar de os achar importantes para o nosso enriquecimento pessoal e para olharmos para determinados temas com outros olhos.

E, os dois livros que li parecem-me ter valor suficiente para os destacar:

José Maria Abecasis Soares fundou a Associação Ice Care em 2009, reunindo uma equipa de profissionais - um especialista em montanha, um engenheiro do ambiente e uma meteorologista.
Este projecto definiu-se em torno de dois objectivos principais: primeiro, dar visibilidade mediática às consequências do aquecimento global sobre o degelo dos glaciares, através de expedições aos cinco glaciares classificados como património mundial e que a Unesco identificou como os mais severamente afectados pelas alterações climáticas (Jungfrau-Aletsch na Suíça, Quilimanjaro na Tanzânia, Huascarán no Peru, Ilulissat na Gronelândia e o Sagarmatha no Nepal); segundo, trabalhar se com as populações locais, que carecem de apoio e de preparação para minimizar o impacto do recuo dos gelos.
O autor deixa-nos ainda as suas impressões sobre as duas primeiras expedições realizadas em 2009, ao Aletsch, nos Alpes suíços e, nesse mesmo ano, ao Quilimanjaro.

Horizontes em Branco leva-nos a ver o problema do aquecimento global mais a fundo, mostrando-nos quais as implicações disso na nossa vida e na vida daqueles que já estão a sofrer com as suas consequências directas.
É importante mostrar ao mundo a fragilidade de todo planeta e o papel que cada um de nós pode desempenhar na preservação da vida.

Adjectivando: Factual.


Este não é mais um livro sobre a investigação do desaparecimento de Madeleine McCann. Este é o livro do investigador principal do processo, que foi atacado e vilipendiado quando se encontrava apenas em busca da verdade e da justiça. Ninguém, à excepção dos pais de Maddie, sabe tão bem o que se passou naquela noite fatídica de 3 de Maio de 2007. Gonçalo Amaral escreve na perspectiva da investigação por si conduzida e tem uma forte preocupação factual e de objectividade. Além disso, o livro contém revelações originais e esclarece muitos dos mais controversos aspectos do caso. O texto está apoiado por infogramas e fotografias que facilitam a compreensão do leitor e ilustram os passos da investigação e da conclusão obtida - por mais terrível que a mesma seja: Maddie está morta desde o dia do seu desaparecimento.
Para o autor do livro, Madeleine Beth McCann é a principal preocupação - é ela a vítima, e são as vítimas que têm de ser defendidas pela polícia e perseguidos os culpados do seu sofrimento. Tendo-lhe sido impossibilitado solucionar o caso, devido ao seu afastamento, quando se encontrava eminente a recolha de testemunhos vitais, preferiu abandonar a vida policial activa e retomar a liberdade de expressão não só para lavar a honra das calúnias que sobre si foram lançadas, mas para ajudar a que o caso não caia no esquecimento e a que, mais tarde ou mais cedo, o processo seja reaberto e feita justiça.


Maddie: A verdade da mentira é um livro envolto em muita polémica e, sinceramente, acho que não há assim tantos motivos para isso, é certo que o assunto retratado é bastante delicado mas nada mais. Fico satisfeita por saber que ele brevemente vai estar disponível para quem se sentir impulsionado a ler, e digo desde já que é um livro bastante simples que não fala só do caso em si, fala também daquilo que cada um de nós significa no mundo.

Adjectivando: Sincero.

Acho que qualquer um destes livros é uma boa escolha para passar umas horas em boa companhia. Quanto a mim, resta-me aguardar para ver quais serão as minhas escolhas para o final de 2011...
Até lá, Boas Leituras!...

Uma mensagem de 2010 que se repete em 2011...


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Estamos sempre a tempo de reescrever uma nova história para a vida e lê-la durante todos os dias do ano!...

"A vida é muito bela quando no-la contam ou a lemos nos livros; mas tem um inconveniente: é preciso vivê-la."

- Jean Anouilh -

Por isso, neste ano de 2011 não se esqueçam de o fazer!



Compras do mês de Dezembro...


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Dezembro é o mês dos presentes... e, como por norma sobra pouco para os nossos, ficamos na esperança de que haja alguém que se lembre de nos oferecer um livro.
E, posso dizer que mesmo assim não tenho muita razão de queixa...

O primeiro, uma oferta muito especial de uma grande amiga e companheira de leituras:


Kika (minha companheira de lã), muito obrigada por esta lembrança e, o resto do dicurso já sabes!...

E, os restantes a acrescentar à prateleira são:
 




Bom, 2011 está aí mesmo mesmo à porta, e espero que se venha a revelar um ano repleto de livros e leituras, tal como aconteceu este ano.
Só me resta agradecer a todos os que contribuiram para esse "crescimento".

Um Excelente 2011 para todos!

Presença - Livro da Semana [27 Dez. - 2 Jan.]


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P.V.P.: 15,15 € 8,90 €
Colecção:  A Biblioteca de Babel
Nº na Colecção: 6
Data 1ª Edição: 18/09/2007
Nº de Edição:
ISBN: 978-972-23-3832-5
Nº de Páginas: 136





Sinopse:
O Convidado das Últimas Festas começa deliberadamente de uma forma frívola; não há nada mais fútil do que alguns noctâmbulos ociosos e alegres que decidem divertir-se até de madrugada.
A aparição de um novo comensal ensombra a história e empurra-a para um horror para onde, incrivelmente, convergem a justiça e a loucura.
[Villiers de L´Isle-Adam], que se sentia o triste protagonista de imaginários duelos e de imaginárias ficções, gravou a sua imagem na História da Literatura francesa. Mais do que em Vera, mais do que no judeu aragonês, mais do que em Tsé-i-la, pensamos e continuaremos a pensar em Villiers de L´Isle-Adam.

* Para território nacional.

Presença - Campanhas Especiais


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Campanhas temáticas, a preços especiais.


  
                                  
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Passatempo - 3 Livros de Diane Wei Liang


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Porque os presentes não é só o Pai Natal que os distribui, os Reis Magos também o fazem e o Clorofórmio do Espírito junta-se a eles...

Por isso, o Clorofórmio do Espírito em parceria com a Bizâncio têm um novo passatempo para todos aqueles que participarem até ao dia 5 de Janeiro às 23:59h , e que desta vez é um pouco diferente, ou seja, ao contrário dos anteriores que sorteavamos 3 exemplares de um mesmo livro, agora temos 3 exemplares de um mesmo autor - Diane Wei Liang e, cada um deles será entregue a uma pessoa, assim cada vencedor receberá em casa um dos três livros em sorteio, que são eles:
   » O Olho de Jade
   » O Lago Sem Nome
   » A Borboleta de Papel

E, para se habilitarem a um destes exemplares gentilmente cedidos pela Bizâncio, basta seleccionarem as respostas correctas (que podem encontrar ao clicarem em cada um dos títulos acima mencionados) às 6 questões colocadas no formulário.

Já terminou!!!




Nota:
» Só será aceite uma participação por pessoa/e-mail e para residentes em Portugal e Ilhas.
» Os resultados serão depois publicados no blog e, posteriormente, serão contactados por e-mail os vencedores do passatempo para disponibilizarem os restantes dados necessários ao envio do livro.
» É importante que confirmem o e-mail com frequência porque é a minha única forma de contacto com os vencedores e, ao fim de uma semana, se não obtiver resposta, serei obrigada a sortear outra pessoa.

"Terra Mãe" e "Diário de Bordo" - Convites para Lançamento [Chiado]


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Presença - Livro da Semana [20 - 26 Dez.]


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P.V.P.: 10,07 € 5,90 €
Colecção:  Grandes Narrativas
Nº na Colecção: 264
Data 1ª Edição: 28/10/2004
Nº de Edição:
ISBN: 972-23-3281-3
Nº de Páginas: 108





Sinopse:
Na antevéspera de Natal, Laura e Elliot comemoram mais um aniversário de um casamento particularmente feliz, com um jantar romântico perfumado pelos sabores e aromas sugestivos da cozinha italiana. No regresso a casa, o carro sofre uma avaria num túnel de Boston e, enquanto aguardam que os tirem dali, Laura é acometida por uma estranha dor de cabeça… acabando por, a seu próprio pedido, ser transportada para um hospital. O que se segue poderia ser melodramático, não fosse o estilo da autora tão límpido e directo, capaz até de captar momentos de inesperado humor. Talvez por dominar assim todos os recursos que põe ao serviço da sua narração, esta história se encontre imbuída de um espírito tão próximo do brilho irisado das paisagens natalícias, que imaginamos sempre radiosas com a cobertura da neve.

* Para território nacional.

Novo patrocínio para o Clorofórmio do Espírito – Esfera do Caos Editores


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A Esfera do Caos Editores é mais uma Editora a juntar-se ao meu blogue e, igualmente a todas as pessoas que o seguem e que partilham comigo o gosto pela leitura.
Obrigada pela confiança e oportunidade!


Uma breve “biografia”:

A Esfera do Caos Editores é uma editora recente que se associa a um grande número de autores portugueses e a sua política editorial passa por os mais variados assuntos como: Política, História, Poesia, Ambiente, entre muitos outros.
Estando também, associada à Fundação Calouste Gulbenkian num projecto que tem como tema de fundo a defesa do ambiente, contando já com algumas publicações relacionadas com este assunto tão emergente.

A Esfera do Caos Editores propõe-se a ir construindo a sua história todos os dias com cada conquista, com persistência e vontade de crescer. 

A Chave Maldita - James Rollins [Opinião]


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A Chave Maldita
de James Rollins

Edição/reimpressão: Setembro de 2010
Editor: Difel
Páginas: 400
ISBN: 9789722909785
Colecção: Literatura Estrangeira

SinopseUniversidade de Princeton. Um geneticista famoso morre num laboratório biológico de alta segurança. Em Roma, um arqueólogo do Vaticano é encontrado morto na Basílica de São Pedro. Em África, o filho de um senador americano é morto num acampamento da Cruz Vermelha. Três assassinatos em três continentes têm uma ligação terrível: todas as vítimas estão marcadas por uma cruz pagã druida, queimada na sua carne.
Os bizarros assassinatos conduzem o comandante Gray Pierce e a Força Sigma numa corrida contra o tempo para resolver um enigma que remonta a muitos séculos atrás, a um crime medonho contra a humanidade escondido num códice críptico medieval. A primeira peça do puzzle é descoberta num cadáver mumificado, enterrado num pântano inglês, um segredo horrível que ameaça a América e o mundo.
Ajudado por duas mulheres de seu passado - uma, a sua ex-amante, a outra, a sua nova parceira - Gray tem de reunir todas as peças de uma terrível verdade. Mas as revelações têm um custo elevado e, para salvar o futuro, Pierce terá que sacrificar uma das mulheres ao seu lado. Isso por si só pode não ser suficiente, à medida que o verdadeiro caminho para a salvação vai sendo revelado numa sombria profecia da maldição.
A Força Sigma enfrenta a maior ameaça que a Humanidade já conheceu, numa aventura que vai desde o Coliseu romano aos picos gelados da Noruega, a partir das ruínas de mosteiros medievais aos túmulos perdidos de reis Celtas. O último dos pesadelos é trancado dentro de um talismã enterrado por um santo morto - um artefacto antigo conhecido como a chave do Juízo Final.



Ponto de Vista: há muito tempo que andava para ler alguma coisa de James Rollins, e ainda bem que surgiu agora a oportunidade. Pois a sua escrita prima por uma base sólida e verídica, o que para mim dobra o valor de um livro e nos proporciona sempre uma aprendizagem sobre temas que muitas vezes desconhecemos.

A Chave Maldita é um livro que toca em assuntos muito actuais e bastante controversos, como a fome, as mudanças climatéricas, o biocombustível e os alimentos geneticamente modificados, dando visibilidade às suas repercussões a curto e longo prazo.

Atingiremos os nove biliões nos próximos vinte anos. E isso numa altura em que o mundo está a ficar sem terra arável, em que o aquecimento global ameaça a devastação e em que os nossos oceanos estão a morrer.”

A história começa, após uma breve passagem pelo ano de 1086, na actualidade com a morte de três pessoas, quase em simultâneo apenas separadas por três continentes e que, aparentemente nada têm em comum, tirando a marca de uma cruz pagã queimada na sua carne. Para resolver, de alguma forma, estes homicídios a Força Sigma, composta por Painter, Monk, Gray, Rachel, a infiltrada Seichan, entre outros, entra em acção e a partir daqui tudo se desenrola de uma forma alucinante, em que somos percorridos pela mesma adrenalina dos personagens, que fogem de tiros, bombas e ogivas de grande destruição, assim como armadilhas de séculos, para conseguirem chegar a tempo de poupar mais vidas, incluindo a de Rachel.

“Gray e Painter comparam notas: três assassínios em três continentes, a violência perpetrada para encobrir o que se passava e o significado do símbolo pagão que parecia ligar tudo.”

Percebe-se então, que as três mortes estão relacionadas com uma grande empresa de alimentos transgénicos, com raízes em todo o mundo e que pretende controlar todos os alimentos e, consequentemente, controlar o crescente número da população a nível mundial. E, para isso, é utilizado um fungo encontrado num cadáver mumificado, descoberto numa investigação arqueológica em Inglaterra, que por ser instável poderá trazer a morte a toda a flora e, consequentemente, à humanidade.

“Estamos apenas a um passo da fome global, da guerra e do caos.”

A história começa-se a adensar, com pormenores de crenças antigas em que povos em guerra utilizavam armas biológicas para combater o inimigo, assim como muitas vezes os alimentos eram vistos como cura para muitos males do corpo. E, para se chegar a alguma conclusão sobre este mistério, é preciso encontrar a chave do Juízo Final, a única esperança para travar a morte.

“Com um pé no presente e outro no passado…”

Outros factos, como a religião, o simbolismo, profecias, monumentos, locais e factos históricos estão extremamente bem enredados em toda a narrativa, assim como relações e sentimentos, a amizade e parceria é sentida em todas as páginas e, o desejo e o amor vivido de forma espontânea e desprendida.            
                                                                                    
“A momentânea chama da paixão nascera do medo, da solidão, da mortalidade.”
  
Estamos perante um livro com uma escrita inteligente, repleto de muita acção, personagens bem construídas e composto por temas extremamente actuais que nos fazem pensar naquilo que temos hoje, no que comemos e nas consequências de tudo isso na nossa saúde e sobrevivência num futuro demasiado próximo.
Para quem gosta de livros do género de Dan Brown e leituras enriquecedoras, aqui está uma óptima escolha.

Em estrelas: +4{

A visitar:

Uma Aventura nos Moinhos - Convite para Lançamento [Chiado]


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Histórias do (A)Mar - Convite para Lançamento [Chiado]


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